Cálida e sombria manhã,
Vento leve que te procuro...
Esse ar que respiras,
já rarefeito e rotineiro da nostalgia da aventura.
Que coisas vês, já imperfeitas?
Ou o odor da dor que transferes...
Aquele passáro que passa,
E que com um grito simbólico da sua espécie
Te diz adeus...
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