Tanto Paulo Portas como Manuela Ferreira Leite parece que foram acometidos de um súbito e grave esquecimento dos seus passados politicos e governativos, agora parece que têm todas as soluções para os problemas e erros que criaram ao país. Só por exemplo, pasmem-se, que MFL quer acabar com o pagamento especial por conta esquecendo-se que foi ela que o criou, já para não falar na dignidade que quer dar à Função pública, quando foi ela como ministra que congelou os salários e as carreiras dos mesmos. Como é curta a sua memória... Só falta acusarem o engº Sócrates de ter criado a gripe H1N1 ou de não ter evitado a sua entrada no país.
Fico triste por ver as pobres e inúteis alternativas governativas ao PS. Fez mais este governo nas reformas e na redução do déficite em quatro anos que toda a direita em todos os seus governos. Este foi o único governo com coragem de implementar as reformas necessárias ao nosso futuro económico, pode ter cometido erros, mas, foi o único que teve coragem, por isso merece mais uma maioria para levar as mesmas a bom termo. Foi isso que este debate mostrou e que todos os outros vão demonstrar, o PS é a única alternativa credível a si próprio. Da oposição apenas podemos esperar populismo, vazio e caos, como dizia Virgilio "do nada nada".
Um grito pode ser de alegria, de vitória, de euforia, de derrota, de medo, de horror, de revolta, de espanto, de admiração... Em voz alta, silencioso, calado, resignado, sufocado, amordaçado... Um grito pode ser tudo, o grito é nada.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
PS A ÚNICA ALTERNATIVA AO PS
Como podemos acreditar e confiar nas alternativas, se a menos de um mês das eleições as oposições apenas sabem apontar o que está mal e o que não foi feito. Mas, quando se trata de apresentar soluções, de formas e meios de realizar o que falta, aí, bom, aí ficamos a zero.
O que está mal, o que falta fazer, todos nós já sabemos. Agora, o que queremos saber é como, quando e com que meios pretendem realizar o que falta e corrigir o errado.
PSD e CDS veem agora com formas mágicas resolver problemas e erros que no passado quando foram governo apenas contribuiram para os agravar, com um discurso de salvadores da pátria, como se, pasmem-se nunca tivessem estado no governo e que todos os problemas foram criados e inventados por este último governo. Acho que ninguém tem saudades dos submarinos (que ninguém viu), nem dos helicópteros que estão parados porque o Sr. Paulo Portas se esqueceu do contrato de manutenção e muito menos, ninguém tem saudades da Dª Teatcher, que a líder do PSD quer fazer reviver nas politicas a utilizar se for governo, não se iludam porque as parecenças não são só fisícas, não podemos esquecer que a politica aplicada pelo eixo Teatcher/Reagan foi a origem, o motor da crise que actualmente vivemos. Reparem só neste aparte de já ter eliminado as vozes dissonantes dentro do partido, vejam as listas é só "Yesmen" até mesmo os que são arguidos em processos crime a decorrer, desde que digam sim a tudo, e também não podemos esquecer que se o PSD está tão aplicado em combater a corrupção deve começar dentro dele mesmo, ou já esqueceram que os administradores e implicados no caso BPN são militantes do partido e ex-ministros de governos PSD e outros autarcas que nem nomeio, mas que todos conhecemos. Não duvidem que com o PSD no governo a privatização será palavra de ordem: o Serviço Nacional de Saúde, a Segurança Social, a CGD, etc... serão alvo de privatizações. No que respeita ao SNS e à SS, meus amigos, se não conhecem, informem-se sobre estas situações nos países que a seguiram: EUA, Inglaterra, Brasil, etc..., quem tem dinheiro safa-se, quem não tem morre na valeta. Estes países tentam abandonar estes sistemas, mas o PSD quere-o importar, enfim, conservadores a soldo de grandes interesses e grupos.
O BE e o PCP, enfim, a velha luta de classes, uns camuflados atrás de um discuro populista e iludindo o povo, mas para os mais atentos o trostquismo e o maoismo estão lá e é só terem a oportunidade de o fazerem e adeus liberdade e democracia, os outros saudosistas da velha URSS, vivendo ainda o sonho leninista/estalinista, mal disfarçado na defesa dos operários. Que ninguém se iluda ambos tem a mesma bitola: o comunismo, são na sua essência esquerda radical, totalitarista e saudosista.
Mas apesar de tudo se colocarmos todos estes partidos no mesmo saco apenas teremos: populismo, vazio de ideias e de soluções, como dizia o poeta:"uma mão cheia de nada e outra de coisa alguma".
Por isso, e olhando para o passado recente, pode-se discordar de algumas politicas e decisões deste governo, mas no essencial, foi graças a este governo que a crise não foi mais grave e nem teve mais consequencias sociais, foi graças ao esforço efectuado pelo governo e por nós contribuintes, na diminuição do déficit, que podemos enfreentar a crise com outros argumentos. Quer queiramos quer não, a análise a este governo é muito positiva, reparem nos últimos dados indicativos do INE sobre a economia, somos dos primeiros países a sair da recessão técnica, porque será? Não há coincidências. Para a oposição o estarmos na crise é culpa do governo, o estarmos a sair é graças à situação internacional... basta senhores, haja decência e honestidade na politica.
Por isso é importante que os portugueses deixem de ser um pouco egoístas e de olharem só par o seu "quintal" e passarem a olhar para todo o "campo" e darem novamente uma maioria a este governo, é o único que parece saber o que fazer para levar este país no bom rumo, o PS é neste momento o único partido capaz de governar Portugal.
Há que escolher entre um Estado social e mais justo do PS e um Estado ausente e privado que abandona os mais pobres do PSD.
FORÇA PS, FORÇA PORTUGAL.
O que está mal, o que falta fazer, todos nós já sabemos. Agora, o que queremos saber é como, quando e com que meios pretendem realizar o que falta e corrigir o errado.
PSD e CDS veem agora com formas mágicas resolver problemas e erros que no passado quando foram governo apenas contribuiram para os agravar, com um discurso de salvadores da pátria, como se, pasmem-se nunca tivessem estado no governo e que todos os problemas foram criados e inventados por este último governo. Acho que ninguém tem saudades dos submarinos (que ninguém viu), nem dos helicópteros que estão parados porque o Sr. Paulo Portas se esqueceu do contrato de manutenção e muito menos, ninguém tem saudades da Dª Teatcher, que a líder do PSD quer fazer reviver nas politicas a utilizar se for governo, não se iludam porque as parecenças não são só fisícas, não podemos esquecer que a politica aplicada pelo eixo Teatcher/Reagan foi a origem, o motor da crise que actualmente vivemos. Reparem só neste aparte de já ter eliminado as vozes dissonantes dentro do partido, vejam as listas é só "Yesmen" até mesmo os que são arguidos em processos crime a decorrer, desde que digam sim a tudo, e também não podemos esquecer que se o PSD está tão aplicado em combater a corrupção deve começar dentro dele mesmo, ou já esqueceram que os administradores e implicados no caso BPN são militantes do partido e ex-ministros de governos PSD e outros autarcas que nem nomeio, mas que todos conhecemos. Não duvidem que com o PSD no governo a privatização será palavra de ordem: o Serviço Nacional de Saúde, a Segurança Social, a CGD, etc... serão alvo de privatizações. No que respeita ao SNS e à SS, meus amigos, se não conhecem, informem-se sobre estas situações nos países que a seguiram: EUA, Inglaterra, Brasil, etc..., quem tem dinheiro safa-se, quem não tem morre na valeta. Estes países tentam abandonar estes sistemas, mas o PSD quere-o importar, enfim, conservadores a soldo de grandes interesses e grupos.
O BE e o PCP, enfim, a velha luta de classes, uns camuflados atrás de um discuro populista e iludindo o povo, mas para os mais atentos o trostquismo e o maoismo estão lá e é só terem a oportunidade de o fazerem e adeus liberdade e democracia, os outros saudosistas da velha URSS, vivendo ainda o sonho leninista/estalinista, mal disfarçado na defesa dos operários. Que ninguém se iluda ambos tem a mesma bitola: o comunismo, são na sua essência esquerda radical, totalitarista e saudosista.
Mas apesar de tudo se colocarmos todos estes partidos no mesmo saco apenas teremos: populismo, vazio de ideias e de soluções, como dizia o poeta:"uma mão cheia de nada e outra de coisa alguma".
Por isso, e olhando para o passado recente, pode-se discordar de algumas politicas e decisões deste governo, mas no essencial, foi graças a este governo que a crise não foi mais grave e nem teve mais consequencias sociais, foi graças ao esforço efectuado pelo governo e por nós contribuintes, na diminuição do déficit, que podemos enfreentar a crise com outros argumentos. Quer queiramos quer não, a análise a este governo é muito positiva, reparem nos últimos dados indicativos do INE sobre a economia, somos dos primeiros países a sair da recessão técnica, porque será? Não há coincidências. Para a oposição o estarmos na crise é culpa do governo, o estarmos a sair é graças à situação internacional... basta senhores, haja decência e honestidade na politica.
Por isso é importante que os portugueses deixem de ser um pouco egoístas e de olharem só par o seu "quintal" e passarem a olhar para todo o "campo" e darem novamente uma maioria a este governo, é o único que parece saber o que fazer para levar este país no bom rumo, o PS é neste momento o único partido capaz de governar Portugal.
Há que escolher entre um Estado social e mais justo do PS e um Estado ausente e privado que abandona os mais pobres do PSD.
FORÇA PS, FORÇA PORTUGAL.
sábado, 23 de maio de 2009
COIMBRA DA LIBERDADE
Enquanto os americanos chegavam à lua, em Portugal procurava-se chegar à liberdade, e foi com este fim que em 1969 se iniciou em Coimbra, mais propriamente na Universidade, o movimento que começaria lentamente a ruir os pés de barro do regime fascista e ditatorial. São estas memórias que nos fazem sentir orgulhosos desta nossa amada Coimbra. Palavras para quê, as imagens falam por si.
domingo, 3 de maio de 2009
MÃE
Do teu ventre vida brotou
do teu coração amor gerastes,
deixa-me agora ó mãe deitar no teu regaço.
E naquele colo carinhoso,
naquele abraço seguro,
sentir que foi merecida,
a vida digna daquela dor
que no parto em amor transformastes,
e no teu seio em vida me destes.
Deixa-me apenas ó mãe
ser vida da vida que a ti tirei
e num grito de amor profundo
tirado de dor fingida
ser digno do teu amor.
Por ti eu vivo
por ti me fiz amor
e pai agora te digo
obrigada ó mãe-amor.
A todas as mães, principalmente a duas mães especiais: À minha santa mãe e à santa mãe do meu filho: OBRIGADO, VOS AMO.
do teu coração amor gerastes,
deixa-me agora ó mãe deitar no teu regaço.
E naquele colo carinhoso,
naquele abraço seguro,
sentir que foi merecida,
a vida digna daquela dor
que no parto em amor transformastes,
e no teu seio em vida me destes.
Deixa-me apenas ó mãe
ser vida da vida que a ti tirei
e num grito de amor profundo
tirado de dor fingida
ser digno do teu amor.
Por ti eu vivo
por ti me fiz amor
e pai agora te digo
obrigada ó mãe-amor.
A todas as mães, principalmente a duas mães especiais: À minha santa mãe e à santa mãe do meu filho: OBRIGADO, VOS AMO.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
PARTES DE NÓS PARTIDAS
Foste,
Partiste... tu e nossos corações partidos ficaram
Agora que fazemos se a dor da tua ausência ficou?
Levastes a paz e a tranquilidade das nossas vidas,
mas deixaste-nos a saudade da felicidade de te ter conhecido.
A quem dar agora o carinho do nosso colo?
Oh! dor que latejas nossas almas,
Parte, vai e traz-nos de volta aquele que amamos e partiu.
Partiste... tu e nossos corações partidos ficaram
Agora que fazemos se a dor da tua ausência ficou?
Levastes a paz e a tranquilidade das nossas vidas,
mas deixaste-nos a saudade da felicidade de te ter conhecido.
A quem dar agora o carinho do nosso colo?
Oh! dor que latejas nossas almas,
Parte, vai e traz-nos de volta aquele que amamos e partiu.
DORME AGORA, É SÓ O VENTO LÁ FORA...
Foste a mais pequena petála, o mais pequeno botão que caiu da nossa roseira. Dezasseis, dezasseis longos anos separam e medem a nossa saudade. Ainda agora sentimos em nossos braços o calor do teu corpo quando embalado, nos meus ouvidos ainda ecoa a última canção que a avó cantou para ti enquanto te aninhavas no seu colo e procuravas o conforto que pouco a pouco a doença te roubava.
Partiste com o luar e antes de permitires que os raios de sol mais uma vez, radiantes zombassem da tua dor, como sofrestes, só quem acompanhou a tua doença sentiu a tua dor. Depois de tantos anos, foi como se não partisses, mas antes parasses de crescer. Continuas e sempre continuarás a ser o nosso menino, ainda hoje a avó me dizia ao telefone "faz hoje dezasseis anos que o nosso menino foi para o céu", "...o nosso menino..." . Ainda hoje a tua ausência embarga-me a voz, comove-me e raras vezes não me leva às lágrimas. Raros são os dias em que pelo menos um pensamento meu não voa até ti.
Porquê? Porquê? A eterna pergunta que sempre nos vai atormentar, porquê partir aos oito anos? porquê sofrer daquela forma? Que Deus é este que permite que isto aconteça, que uma criança sofra tanto e depois parta assim com tanta dor? Que mal poderias ter feito para tal castigo? Não sei, depois de todo este tempo continuo sem resposta, e nada pode apagar a tua ausência. Foi um longo periodo de dor, ficamos impávidos a assistir dia após dia a doença pouco a pouco, qual tirano, a roubar-te de nós, dos que te amavamos e sem nada podermos fazer, essa doía mais do que a dor da certeza que te iriamos perder.
Por fim, o tão odioso momento chegou, aquela fatídica noite arrasou nossas vidas e nossos corações, de todo esse longo dia duas coisas me ficaram, de repente o céu parecia que chorava também, o sol sumiu e caiu a chuva que mais forte que fosse, não me lembro de a ter sentido, tinha o corpo dormente e nada mais importava e a outra que mais me impressionou foi que por fim a expressão de dor que nos últimos tempos ocupou o teu rosto, desapareceu, e por fim voltou uma expressão de serenidade, alivio e felicidade ao teu rosto que ainda hoje consigo ver como o vi no próprio dia, era como se quisesses dizer "por fim paz".
Onde quer que estejas, quero que saibas que ainda vives e sempre viverás nos nossos corações, descansa em paz "meu menino".
Partiste com o luar e antes de permitires que os raios de sol mais uma vez, radiantes zombassem da tua dor, como sofrestes, só quem acompanhou a tua doença sentiu a tua dor. Depois de tantos anos, foi como se não partisses, mas antes parasses de crescer. Continuas e sempre continuarás a ser o nosso menino, ainda hoje a avó me dizia ao telefone "faz hoje dezasseis anos que o nosso menino foi para o céu", "...o nosso menino..." . Ainda hoje a tua ausência embarga-me a voz, comove-me e raras vezes não me leva às lágrimas. Raros são os dias em que pelo menos um pensamento meu não voa até ti.
Porquê? Porquê? A eterna pergunta que sempre nos vai atormentar, porquê partir aos oito anos? porquê sofrer daquela forma? Que Deus é este que permite que isto aconteça, que uma criança sofra tanto e depois parta assim com tanta dor? Que mal poderias ter feito para tal castigo? Não sei, depois de todo este tempo continuo sem resposta, e nada pode apagar a tua ausência. Foi um longo periodo de dor, ficamos impávidos a assistir dia após dia a doença pouco a pouco, qual tirano, a roubar-te de nós, dos que te amavamos e sem nada podermos fazer, essa doía mais do que a dor da certeza que te iriamos perder.
Por fim, o tão odioso momento chegou, aquela fatídica noite arrasou nossas vidas e nossos corações, de todo esse longo dia duas coisas me ficaram, de repente o céu parecia que chorava também, o sol sumiu e caiu a chuva que mais forte que fosse, não me lembro de a ter sentido, tinha o corpo dormente e nada mais importava e a outra que mais me impressionou foi que por fim a expressão de dor que nos últimos tempos ocupou o teu rosto, desapareceu, e por fim voltou uma expressão de serenidade, alivio e felicidade ao teu rosto que ainda hoje consigo ver como o vi no próprio dia, era como se quisesses dizer "por fim paz".
Onde quer que estejas, quero que saibas que ainda vives e sempre viverás nos nossos corações, descansa em paz "meu menino".
domingo, 5 de abril de 2009
REPUBLICANO, SOCIALISTA E CATÓLICO
Podemos falar de tudo e de nada, podemos viver ou não viver, para tudo nas nossas vidas temos alternativas, a nós só nos cabe procurar quem somos, buscar bem lá no fundo do nosso ser e encontrar o nosso caminho, ou não fosse cada ser humano um oceano de sentimentos e de sensações único.
É sempre mais fácil seguir os outros, ir por onde os outros vão, por certo é mais seguro, mais confortável, mas, dificilmente nos encontraremos no meio do comodismo, do seguidismo. Pensar que podemos ser felizes e realizados deixando os outros tomarem as nossas decisões, trilharem o nosso caminho. Será que também vamos deixar os outros viverem a nossa vida? Claro que não, isso é intromissão é invadir a nossa privacidade, a nossa liberdade... Então porque deixar os outros tomarem as decisões por nós? Sei que tem as suas vantagens, se as coisas correm bem, tudo bem, se correm mal é mais fácil apontar os culpados "foram eles", a crise está aí, a culpa é dos governantes, dos bancos, dos capitalistas, e nós? que fizemos nós para evitar tudo isto? Porque não fomos na rua gritar manifestarmo-nos contra isto que se passava na frente dos nossos olhos, "Oh! que chatice, os outros que reclamem", porque não fomos votar nas eleições se achavamos que as politicas do partido que ia ganhar era errada? preferimos dormir a manhã na cama, ir à tarde no shoping, os outros que vão votar, o meu voto nada vai mudar, errado, porque são muitos votos a pensar assim e que fariam toda a diferença.
São uns corruptos, uns bandidos, mas sempre que temos a oportunidade de enganar o estado, de fazer valer uma "cunhazita" lá estamos na primeira fila. Será que assim contribuimos para melhorar as coisas? É claro que não, vamos começar já hoje a fazer a nossa parte na sociedade, no mundo em que vivemos, vamos ser interventivos, responsáveis, exigir os nossos direitos, mas também cumprir os nossos deveres civicos. Participar mais na vida politica e assim exigir mais e melhor dos nossos governantes e politicos. Acho que chegou a altura de mudar as mentalidades e mostrar aos politicos que estamos mais atentos, mais exigentes e vigilantes. Vamos já nas próximas eleições votar maciçamente, não deixemos mais que os outros decidam por nós, posso ir por ali ou por aqui, mas vou por onde eu escolher.
E já agora sou republicano, socialista e católico. Que ninguém tenha vergonha de assumir o que é, o que acredita e o que pensa.
A democracia tem muitos defeitos, mas não encontro outro sistema melhor, parafraseando o grande Kennedy "Não perguntes o que o teu país pode fazer por ti, mas o que tu podes fazer pelo teu país", é participando que vamos mantendo e ajudando a manter a democracia viva. Por isso continuo a pensar, isto está mau, este governo cometeu erros, mas não dislumbro no horizonte quem possa fazer melhor.
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